Flexibilidade e arrecadação: academias mais baratas fortalecem o segmento

22/05/2019

São Paulo — Governo novo, reformas encaminhadas e perspectiva de retomada dos investimentos. A chegada de 2019 trouxe bons ares para grande parte dos setores produtivos da economia brasileira. Um deles é o setor fitness. O faturamento do mercado ficou estável em US$ 2 bilhões nos últimos dois anos, mas a taxa de penetração cresceu de 4,6%, em 2017, para 5% no ano passado, segundo cálculos da Associação Brasileira de Academias (Acad Brasil).

Em número de estabelecimentos, o país também se manteve na vice-liderança mundial, com 34,5 mil unidades, atrás apenas dos Estados Unidos, com 38,4 mil. Já em clientes, o Brasil está na quarta colocação, com 9,6 milhões de praticantes. “A boa notícia de que as academias que já estão em funcionamento deverão se recuperar positivamente com mais facilidade do que alguns outros setores, uma vez que os investimentos maiores já foram feitos em infraestrutura”, diz Gustavo Borges, ex-nadador, medalhista olímpico e presidente da Acad Brasil.

Em 2019, o chamado modelo low cost (baixo custo), importado dos Estados Unidos e que reúne academias que cobram preços acessíveis e oferecem serviços simples, completa 10 anos no mercado brasileiro. O primeiro estabelecimento low cost do Brasil foi inaugurado em 2009 com a criação da Smart Fit, do Grupo Bio Ritmo.

Continue lendo (Correio Braziliense, 22/05/2019)

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