Pais brasileiros gostam de presentear, diz presidente da Ri Happy

20/09/2018

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Para se adequar às novas tendências do varejo, a Ri Happy aposta em novas formas de entrega (compra no site e retira na loja) e de exposição – lojas com prateleira infinita, que permitem que o cliente compre itens que não estão no local (//Divulgação)

VEJA, 18/09/2018

As previsões do grupo Ri Happy para o Dia das Crianças são otimistas. A expectativa é que as vendas do período superem as de 2017, que tiveram crescimento. Apesar de o momento ainda ser se incerteza econômica, o presidente da Ri Happy, Héctor Núñez, afirma que os pais brasileiros gostam de presentear os filhos com presentes.

“O setor de brinquedos é mais resiliente à crise que outras categorias. Parte disso pode ser explicado porque os pais brasileiros gostam de presentear os filhos, não apenas no Natal. Eles costumam dar mimos para os filhos no dia a dia, é uma espécie de carinho. Entendem que brinquedo não é só divertimento, mas ajuda no desenvolvimento da criança”, disse Núñez a VEJA.

Segundo ele, o setor de brinquedos apresentou fraco desempenho até a Copa e foi afetado pela greve dos caminhoneiros. Mas voltou a crescer em agosto e setembro, permitindo prever que fechará o ano com expansão frente ao resultado de 2017.

“A economia não está aquelas coisas, a recuperação continua bem lenta, fazendo que o varejo não esteja em seu melhor momento. Mas estamos crescendo mesmo nesse contexto indefinido”, afirmou o presidente da Ri Happy.

Pelas suas projeções, o setor de brinquedos deve fechar o ano com um crescimento de 5% em 2018. Ele diz que a Ri Happi terá um desempenho acima da média do setor.

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